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setembro 2010 | Principal | novembro 2010

outubro 2010

10/28/2010

Uruguai: um observatório de adaptação às mudanças climáticas

Uruguai

O campo uruguaio, cenário de ensaios contra fenômenos naturais Imagem: Beatrice Murch  bajo Creative Commons.

Apesar da continuidade das negociações internacionais para estabelecer limites de emissões de carbono  e incentivar países a adotar medidas de adaptação, o combate ao problema da mudança climática continua avançando a passos lentos, enquanto os desastres naturais não tardam a se repetir.

Diante desta contradição, muitos setores defendem a ação individual dos países. Por isso, é interessante conhecer as ações empreendidas por pesquisadores da  universidade norte-americana de Columbia no Uruguai. O projeto pretente testar a eficácia de medidas de redução de gases e transformar este país latino-americano em um “observatório-piloto de adaptação à mudanças climáticas”.

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10/27/2010

Gadgets feitos de pele, esqueleto e órgãos: uma saída possível

Gadgets
O sistema SSG. Imagens: Captura de tela/TED Fellows.

Como mencionamos alguns dias atrás em um artigo sobre lixo eletrônico, a forma como consumimos telefones celulares, reprodutores de mp3, computadores e eletrônicos em geral não é nada sustentável.

Adotar uma atitude responsável, utilizando-os o maior tempo possível, escolhendo modelos que economizem mais energia e optando por consertar em vez de substituir, é importante. Mas para que a humanidade realmente reduza sua pegada, a indústria precisa reformular suas práticas e sistemas.

Em uma conferência recente do programa TED Fellows (via Planet Green), o designer Dominic Muren propõe a implementação do biomimetismo na indústria de eletrônicos, tomando o corpo como exemplo.

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Hortas urbanas: os desafios da fusão entre campo e cidade

Hortas

Vista da fazenda urbana Eagle Street em Greenpoint, Brooklyn. ©RooftopFarms.org

Não é novidade que a produção de hortaliças está voltando às cidades: hortas urbanas no meio de Berlim e Nova York, e vários projetos de fazendas verticais em desenvolvimento confirmam esta tendência.

Entretanto, a fusão (ou reaproximação) do campo com a cidade não é tão simples. Da análise sobre o uso do espaço público à quantidade efetiva de alimentos que se pode produzir, há diversas questões sobre as quais é preciso refletir.

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10/25/2010

Como ser mais verde e feliz? Pense em tempo, não em dinheiro

Tempo

Foto: Bart Hiddink (Creative Commons)

Estes temas são recorrentes em nossos artigos: as experiências e objetos que nos fazem felizes, por que as experiências, e não os bens materiais, podem comprar a felicidade, a tendência dos jovens de questionar o consumo Desapropriar, desmaterializar, desmonetizar: três tendências modificando o comportamento jovem, e o anseio geral de voltar a ter contato com o verde já que o contato com a natureza evidentemente gera bem-estar Cinco minutos de “verde” por dia podem melhorar a saúde mental.

Entretanto, novas evidências continuam a surgir e nos empurram para esta direção alternativa. Desta vez, trata-se de um estudo de Cassie Mogilner, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. A pesquisadora observou a influência da concentração em certas ideias sobre o uso posterior do tempo. As conclusões são muito interessantes.

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10/22/2010

Consumo colaborativo: o que é e por que é interessante para o planeta e a sociedade

Consumo

Esquema que mostra um sistema produto-serviço ©CollaborativeConsumption.com

 

Um dos fenômenos mais interessantes que vem ocorrendo dentro do movimento verde, nos últimos anos, é o nascimento e a expansão de diferentes formas de acesso a produtos e serviços, sem a necessidade de compra. Serviços de aluguel de carros, roupas e objetos de todo tipo, trocas de pessoa para pessoa, empréstimos temporários e doação de coisas em desuso por meio de redes como Freecycle, estão apontando para um novo tipo de sociedade colaborativa que se desenvolve por meio da conexão e da tecnologia.

A escritora e consultora Rachel Borsman e o empreendedor Roo Rogers observaram esses fenômenos e escreveram um livro chamando o movimento de Consumo Colaborativo (Collaborative Consumption.

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Alternativas a seis produtos cosméticos que os homens devem evitar

6 cosmeticos

Imagem: ©petr0 -  Stock.Xchng 

Alguns meses atrás, a conhecida ativista Annie Leonard, do projeto The Story of Stuff chamou a atenção de muitas pessoas com A história dos Cosméticos um vídeo que alertava sobre os produtos químicos perigosos presentes nos cosméticos.

Quando se discute este assunto, pensamos logo na imensa quantidade de produtos utilizados pelas mulheres, e esquecemos que substâncias químicas perigosas também podem ser encontradas nos cosméticos utilizados diariamente pelos homens. Confira aqui uma lista de alguns produtos a ser evitados e as alternativas existentes.

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Infográfico impactante demonstra o problema do lixo eletrônico no mundo

Infografia

Imagem: ©Good.is & Column Five. Click para ampliar.

 

Livros Digitais, gadgets verdes, celulares solares: a tecnologia avança a um ritmo vertiginoso, inclusive com relação à sustentabilidade.

No entanto, o avanço e a mudança permanentes geram um problema que vem crescendo de forma assustadora: o lixo eletrônico

Um infográfico publicado no site Good.is apresenta o problema com imagens e dados que nos fazem pensar.

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Uma ecocidade inspirada no sistema nervoso humano em Portugal

Cidade verde
Imagens: ©PlanIT Valley - Facebook

 

As ecocidades não são nenhuma novidade, como já vimos em artigos como As surpreendentes ecocidades do futuro (Parte 1 e Parte 2.

No entanto, um novo projeto em construção nos arredores da cidade de Paredes, em Portugal, apresenta uma ideia interessante: o PlanIT Valley será uma cidade inspirada em um organismo vivo, com um sistema nervoso artificial, “órgãos” e um “cérebro” para controlar o funcionamento geral da mesma.

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10/08/2010

Neste domingo, 10.10.10, junte-se ao Dia de Global de Soluções Climáticas da 350.org

10 10 10

Ação de um grupo de ativistas em Papantla, Veracruz, México, en octubre de 2009. Imagem: 350.org

Fundada pelo prestigiado escritor norte-americano Bill McKibben, a 350.org é uma campanha internacional que busca criar um movimento em torno de soluções para a crise climática. Seu nome se refere ao número de partes por milhão de dióxido de carbono que deveríamos atingir para evitar uma mudança climática perigosa (atualmente, estamos acima de 370 partes por milhão).

No ano passado, milhões de pessoas de 181 países se uniram à convocação, participando de mais de 5200 eventos ao redor do mundo. Em 2010, a organização convoca mais um Dia Global de Soluções Climáticas neste domingo, 10.10.10. Até o momento, mais de 7.000 eventos já se uniram à iniciativa em 188 países.

 

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Os eventos se baseiam em ações práticas que qualquer pessoa pode realizar para diminuir sua pegada de carbono.

Algumas das propostas mais curiosas incluem um grupo de lutadores de sumô que irá a seus treinos de bicicleta; o presidente das Ilhas Maldivas, que instalará painés solares no teto de sua casa; um grupo de pessoas em Edimburgo, que tomará a maior quantidade de bebidas possível para ajudar um bar que está reduzindo sua pegada de carbono; e o intendente da Cidade do México, que firmará um compromisso para reduzir as emissões da cidade em cerca de 10% em um ano.

Participar é muito simples: no site oficial da organização, há um mapa e um sistema de busca onde se pode localizar as ações perto da cidade onde você mora.

Há várias ações em curso na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Por isso, não há desculpa para não participar de alguma delas, mesmo que seja durante algumas horas.

Mas se não encontrar algum evento de seu interesse, você mesmo pode organizar o seu. O 350.org até sugere algumas ideias.

A mensagem é importante e as ações são simples. Uma boa oportunidade para demonstrar aos governantes que eles também precisam arregaçar as mangas e fazer a parte deles.

 

Uma rua onde carro não entra: o projeto de Jackson Heights em NY

Post sexta

Imagem: Captura de vídeo da Street Films (http://www.streetfilms.org/a-car-free-street-grows-in-queens/).

 

Às vezes, as ideias mais simples são as que têm maior impacto sobre a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Um exemplo disso é o avanço das intervenções urbanas realizadas por grupos de ativistas em grande cidades.

Há alguns dias, vimos como uma horta urbana tingiu de verde o concreto de uma área abandonada no Bronx, em Nova York. Na mesma cidade, uma comunidade criou um novo espaço de lazer e convivência simplesmente fechando uma rua e impedindo o acesso de carros.

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Trata-de de um projeto da Jackson Heights Green Alliance (Aliança Verde de Jackson Heights, uma associação comunitária dedicado a ampliar e melhorar as áreas de lazer no Queens, em Nova York. Com a grande falta de parques e espaços de lazer no bairro de Jackson Heights, a associação pretendia criar espaços públicos temporários para que as crianças pudessem brincar e as famílias pudessem relaxar e passear, sem se preocupar com a segurança.

A ideia deu certo: desde 2008, os carros não circulam aos domingos na rua 78.

Vídeo da iniciativa, Street Films.

Durante o último verão no Hemisfério Norte, a iniciativa foi além e reivindicou o fechamento total da rua durante todos os dias dos meses de julho e agosto. Ou seja, garantir o acesso ao espaço público durante dois meses inteiros, em vez de um único dia da semana.

Depois de diversas conversas com políticos locais, os membros da comunidade conseguiram permissão da prefeitura para o fechamento prolongado, transformando a rua em um dos espaços de lazer mais frequentados da vizinhança.

No vídeo realizado pela Street Films, pode-se ver como uma ação tão simples pode transformar uma rua em ponto de encontro, melhorando a qualidade de vida de adultos e crianças.

Nada mal reproduzir esta ideia em outras partes do mundo, não? O que vocês acham?

Mais sobre intervenções urbanas:

ARTFarm New York: arte, hortas e comunidade, um modelo a ser reproduzido

 

 

 

 

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About the Authors (Planet Green)

  • Sobre os autores
    Paula Alvarado
    Paula Alvarado é jornalista e vive em Buenos Aires, Argentina. Desde que começou a colaborar com TreeHugger.com em 2005...

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