Cenário de destruição após terremoto no Japão. Imagem: Making Things Better
Por Paula Alvarado
Em apenas três semanas, três desastres naturais sacudiram as regiões do Pacífico Norte e Oceania, deixando dezenas de mortos e grandes danos à infraestrutura.
Em 22 de fevereiro, o terremoto de Christchurch, na Nova Zelândia, foi o pior do país em 80 anos e deixou 65 mortos. Durante os primeiros dias de março, um segundo terremoto causou 25 mortes e derrubou mais de mil edifícios em Myanmar, China. Finalmente, na sexta-feira, 11 de março, o Japão foi assolado por um terremoto de 8,9 graus na escala de Richter, seguido de um tsunami devastador. Foi o pior da história recente do país e ainda não se sabe o alcance da destruição.
Embora ainda não existam declarações oficiais que relacionem a catástrofe aos efeitos da mudança climática, uma série de anúncios científicos realizados em 2009 indicaram que a relação entre os fenômenos geológicos e o aquecimento global é mais sólida do que parece.
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Foto: ©Emilian Robert Vicol (http://www.flickr.com/photos/free-stock/4816852445/)/Creative Commons.
Não é novidade que os grupos ambientalistas desaprovam o uso excessivo de plástico, motivados por desastres naturais como a mancha de lixo do Pacífico, a do Atlântico e a poluição de regiões naturais como as Ilhas Midway.
Mas a notícia recente de que a mancha de lixo do Pacífico é muito menor do que se pensava e a rejeição generalizada ao plástico parecem indicar que a preocupação pode ser exagerada. Será?
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As zonas afetadas pelo derramamento do Golfo até agora. ©ABC News.
Apesar de ainda não haver certezas, os executivos da BP
asseguraram nesta quinta-feira que o derramamento no Golfo do México foi, ao menos momentaneamente, contido.
Utilizando robôs submarinos, a empresa posicionou uma nova tampa sobre o poço e, pela primeira vez depois de mais de 80 dias, o vazamento foi totalmente interrompido. Neste período, governo dos Estados Unidos calcula que tenham sido derramados entre 94 e 185 milhões de litros no Golfo do México.
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Ação do Greenpeace pede a proibição da caça às baleias. ©Greenpeace
Internacional.
A possibilidade de a Comissão Baleeira Internacional autorizar a caça destes mamíferos, sem dúvida, é o assunto da semana no setor ambiental.
A reunião anual da comissão ocorrerá de segunda até sexta e analisará uma proposta que pretende liberar a caça comercial de baleias, que havia sido proibida há 25 anos.
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Um trabalhador recolhe manchas de petróleo na Baía de Barataria, em Plaquemines Parish, Louisiana. ©AP Photo/Gerald Herbert.
O cenário no Golfo do México parece ir de mal en pior. Enquanto o último plano da BP parece não ter surtido efeito para controlar o derramamento de petróleo que já dura mais de 50 dias, novas estimativas de cientistas norte-americanos indicam que a quantidade de óleo que está sendo lançada no oceano pode ser muito maior do que se imaginava: cerca de 35 mil barris por dia, ante os 12 a 19 mil estimados inicialmente.
Em um desastre que o presidente Barack Obama chamou de "um 11 de setembro do meio ambiente " (em referência aos atentados contra as Torres Gêmeas de 2001), o tempo passa e o óleo avança, chegando cada vez mais perto da população costeira, da fauna e da flora locais.
Confira nesta galeria imagens pungentes de aves, pessoas e lugares atingidos pelo desastre.
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Esta semana, a explosão da plataforma petrolífera da British Petroleum (BP) completou 50 dias, e milhares de barris de petróleo continuam a vazar diariamente no Golfo do México.
Depois de várias tentativas de conter o escape, a empresa finalmente conseguiu instalar um sistema para captar uma parte do petróleo. No entanto, notícias de que o derramamento continuaria até o outono norte-americano e de que os esforços de limpeza durariam anos ofuscam o raio de esperança.
Imagem: ©AP Photo/Gerald Herbert, File vía Planet Green
Planet Green.
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Captura de tela do vídeo da NBC de 1979. Imagen: ©MSNBC.
Enquanto a empresa BP tenta deter o vazamento de 12 a 19 mil barrils diários de petróleo no Golfo do México, uma matéria da MSNBC recorda que a história, infelizmente, se repete.
As imagens de arquivo da rede NBC revelam que um desastre de características similares ocorreu em 1979 – e que as mesmas técnicas ineficientes de contenção continuam sendo utilizadas no acidente de 2010.
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Alguns dias atrás, falamos sobre o desastroso derramamento de
petróleo que ocorreu no final de abril no Golfo do MéxicoDurante os dias seguintes, o derramamento se espalhou e as estimativas mais otimistas indicavam que cerca de 37 milhões de litros haviam vazado até 12 de maio – mas as mais pessimistas calculam cerca de 208 milhões de litros.
Quando parecia que as coisas não poderiam piorar mais, notícias recentes passaram a mencionar enormes derramamentos subterrâneos, invisíveis na superfície, que agravam ainda mais a situação.
Gráfico que demonstra o alcance do derramamento na superfície: os pontos verdes indicam habitats de aves; os violeta, as praias; os amarelos, os peixes; os azuis, o ar contaminado; e as cruzes vermelhas assinalam as praias atingidas pelo petróleo. Para entender a magnitude, veja a área em um mapa maior. ©Infographic World.
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Imagem aérea do derramamento. Foto: NASA Goddard Photo and Video.
Na semana passada, ocorreu uma explosão em uma plataforma de exploração de petróleo da empresa BP, localizada no Golfo do México, a cerca de 83 quilômetros da costa da Louisiana, Estados Unidos. O acidente causou a morte de 11 pessoas e provocou um enorme vazamento. Calcula-se que cerca de 500 barris de petróleo cru estejam sendo despejados diariamente no oceano.
Trata-se de um desastre ecológico com poucos precedentes que, se não for controlado, em dois meses será equivalente ao maior derramamento de todos os tempos: o do Exxon Valdez, na costa do Alasca, em 1989.
Quando o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitou a área e afirmou que a BP é a única responsável pelo problema e pela limpeza, questões mais importantes começaram a surgir. É possível solucionar este desastre com consequências mínimas?
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