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Discovery Channel
21.01.2013

Avistamentos de OVNIs em 2012. O que fazer?

Ovni

Foto: Hemera

Por Juan Fernando Montesdeoca 

O sonho de qualquer entusiasta ou investigador do fenômeno OVNI/extraterrestre é presenciar um avistamento – e se puder, registrar imagens para mostrar ao mundo.

Há alguns anos, documentar esses eventos era muito difícil, já que a tecnologia não estava ao alcance de todos, e os testemunhos eram facilmente questionados por acadêmicos e céticos.

Mas agora que as coisas estão aparentemente mais fáceis, também estão mais complicadas, já que qualquer pessoa tem acesso a câmeras de alta definição no celular e softwares de edição – o que significa que as montagens se tornaram corriqueiras.

Um exemplo claro foi a polêmica em torno do Domo da Rocha de Jerusalém, em janeiro de 2011. Este suposto avistamento chamou a atenção das principais redes de notícias do mundo devido à importância do local, um templo sagrado para muçulmanos, judeus e cristãos, três das principais religiões do mundo.

Como investigador do fenômeno OVNI, nada me deixaria mais satisfeito que a autenticidade do vídeo. Infelizmente, fraudes como essa fazem com que um tema tão controverso seja subestimado.

Veja aqui o vídeo:

 

Como reagir ao avistar um OVNI?

Em primeiro lugar, se você não cultivar o hábito de observar o céu, talvez jamais veja um.

Diante de um avistamento, você deve reconhecer a importância do momento e reagir com rapidez para registrá-lo com uma câmera – e talvez documentar um fenômeno histórico.

Lembre-se de que muitos avistamentos duram apenas alguns segundos. Seguem algumas dicas práticas para obter o melhor registro possível:

Mantenha a câmera na posição mais estável possível. Movimentos bruscos impedem a observação adequada dos objetos.

As primeiras imagens devem ser panorâmicas para que se possa dimensionar o entorno e o tamanho do objeto ou dos objetos, se houver mais de um.

Evite realizar aproximações bruscas com o zoom. Aproxime e afaste o foco lentamente.

Grave pontos de referência para documentar o local onde ocorreu o avistamento. Isso facilitará a verificação da autenticidade do vídeo.

Se possível, tente gravar de forma contínua todo o avistamento.

Se houver mais pessoas presentes, peça que gravem imagens de outro ângulo.

Conserve o número de arquivo consecutivo das fotos ou vídeos captados. Toda câmera gera um número de arquivo consecutivo, que será indispensável para o processo de autenticação.

Tente gravar entrevistas com outras pessoas que testemunharam o fenômeno.

Se possível, ligue para os serviços de emergência de sua cidade para relatar o incidente, já que essas chamadas são gravadas.

Se o material que tem mãos é contundente, entre em contato com especialistas sobre o assunto para obter uma autenticação apropriada e a divulgação do material.

Gostaria de compartilhar uma seleção de alguns dos melhores avistamentos captados por câmeras em 2012. Julgue você mesmo:

 

14.12.2012

É o fim ou o começo?

12.21.2012

Foto: iStockphoto

Por Juan Fernando Montesdeoca

Nem um nem outro. Há alguns anos, ouvimos falar que o fim do mundo acontecerá em 21 de dezembro de 2012, supostamente por uma previsão dos maias

Isso é absolutamente falso, não há nenhuma evidência de que eles sequer tenham sugerido tal coisa.

Algumas pessoas inescrupulosas, tirando proveito da importância e da sabedoria desta civilização ancestral, espalharam essa farsa apocalíptica como um rastilho de pólvora.

Arqueólogos já demonstraram que o calendário maia continuará por milhões e milhões de anos. Se quiser informações mais detalhadas, leia este artigo publicado no Discovery Notícias: O Apocalipse de 2012 é uma “jogada” de marketing.

A pergunta que precisa ser feita é outra.

O que acontece com o Sol?

Coincidentemente com essa falácia do fim do mundo, um evento real e com sustentação científica poderá influenciar a Terra: o máximo solar.

O máximo solar é um ciclo normal de atividade máxima do Sol, que ocorre a cada onze anos, em média.

Grandes erupções solares ocorrem frequentemente durante o fenômeno. Por exemplo, a tempestade solar de 1859 atingiu a Terra com tal intensidade que as auroras boreais puderam ser vistas ao sul de Roma, cerca de 42° ao norte do Equador.

Prever a duração e a intensidade de um máximo solar é muito difícil, já que a variação é grande. O último máximo solar ocorreu em 2000. Em 2006, a NASA acreditava que o próximo ocorreria em 2010 ou 2011, e que seria mais intenso que o de 1958. No entanto, projeções mais recentes dizem que o próximo máximo solar deve acontecer no outono de 2013.

Quais os efeitos de uma tempestade solar de grande escala sobre a Terra?

Em 1989, uma pequena erupção solar afetou diversas centrais elétricas em Quebec, no Canadá, durante várias horas.

A última grande erupção ocorreu em 1859, e não só cobriu dois terços dos céus da Terra com uma aurora vermelho-escarlate, como causou terríveis danos em toda a Europa e América, queimado linhas telegráficas em ambos os continentes.

Tais eventos poderiam se repetir, provocando tempestades de nuvens em grandes cidades como Londres, Paris e Nova York.

Mas isso não é tudo: se em 2013 ocorrer uma tempestade de proporções semelhantes ao máximo solar de 1859, seus efeitos poderiam ser catastróficos, já que dependemos da tecnologia para quase tudo.

O campo magnético da Terra é o escudo protetor que repele as descargas de radiação e as partículas ejetadas na direção da Terra pelo Sol durante as erupções solares, chamadas ejeções de massa coronal. Uma pequena parte dessas partículas paira sobre os polos e gera as belas auroras boreais.

No caso de uma erupção solar de grandes proporções, o escudo protetor da Terra não conseguirá repelir todas as partículas, o que, inevitavelmente, causará danos, como a destruição de satélites na órbita terrestre, afetando também todos os dispositivos eletrônicos que usamos todos os dias.

Em 1859, não havia eletricidade, satélites em órbita, aviões, carros, internet, telefones celulares, cartões de crédito/ débito e computadores ou servidores em rede que operam em complexos sistemas de comunicação e serviços essenciais. Por tanto, os efeitos de uma erupção solar dessa magnitude nos dias de hoje seriam caóticos.

No caso de um colapso global, muitas pessoas poderiam morrer. Estudiosos estimam que a recuperação seria lenta e poderia demorar entre quatro meses e dois anos.

Como se preparar para um evento como esse?

A pesar de não termos nenhum controle sobre o comportamento das estrelas, podemos tomar medidas de precaução a fim de sobreviver a um colapso global.

A primeira coisa é estar bem informado sobre a atividade solar. Você encontra informações completas e atualizadas sobre o assunto em um dos sites da NASA.

Se uma erupção solar lançar partículas na direção da Terra, teremos apenas 18 horas para nos preparar.

Quando os modelos de previsão da trajetória de tempestades tropicais e furacões indicam que esses fenômenos podem afetar uma região, são emitidos alertas. Grande parte da população lota supermercados para comprar estoques de água, alimentos não-perecíveis e outros artigos, como velas, álcool e até dinheiro em espécie, para que nada lhes falte até que tudo volta à normalidade.

É exatamente o que devemos fazer, mas em uma escala muito maior, porque o impacto será global e não local, o que tornará muito difícil a ajuda governamental de países não afetados.

O mundo recuará 150 anos, e é por isso que vemos muita gente voltando a um estilo de vida mais básico, vivendo em conjuntos habitacionais autossustentáveis, enquanto milionários constroem bunkers para se abrigar de possíveis desastres naturais, como terremotos, tsunamis e grandes inundações.

Preparação espiritual

Infelizmente, essa mentira sobre o fim do mundo no final de 2012 tem sido usada para enfatizar uma mudança de consciência e um renascimento espiritual.

A verdade é que construir um mundo melhor é um processo muito individual, embora de interesse coletivo. Por exemplo, a Bíblia diz aos católicos para se prepararem para a segunda vinda de Jesus Cristo, o Dia do Juízo Final. Já os habitantes de São Francisco sabem que haverá outro grande terremoto como o de 1906, que mais uma vez destruirá tudo – mas ninguém sabe quando isso acontecerá. É por isso que devemos estar sempre preparados caso o mundo acabe amanhã, e viver cada dia como se fosse o último.

A cada dia, o mundo acaba para alguns e começa para outros.

20.11.2012

Ovnis e grandes catástrofes mundiais

Ovnis e grandes catástrofes mundiais

Foto: Hemera

Por Juan Fernando Montesdeoca 

Há mais de uma década, constatou-se um fenômeno muito interessante. A presença e o avistamento de OVNIS durante e depois de eventos catastróficos do redor do mundo.

Este fenômeno abre um grande leque de possibilidades e teorias sobre a presença extraterrestre em nosso planeta.

Alguns pesquisadores acreditam que a interação com seres de outros mundos remonta a milhares de anos, um relacionamento próximo em que chegavam a conviver conosco, e eram considerados deuses ou enviados dos deuses. Houve muitas especulações sobre a possível relação entre os egípcios e os extraterrestres. No Templo de Dendera, no Egito, por exemplo, foram encontrado hieróglifos com seres reptilianos ao lado de faraós, o que sustentaria esta teoria.

Al día de hoy, muchos científicos consideran casi imposible que las pirámides hayan sido construidas sin  asistencia tecnológica más avanzada que la de la época.

Otra teoría de la que hemos hablado anteriormente, es la de que los extraterrestres siguen habitando entre nosotros en bases submarinas, lo cual les permite monitorear la actividad en las placas tectónicas de la tierra, anticipar catástrofes naturales y hacer presencia en muchas partes del planeta antes, durante y después del evento.

Quiero poner como ejemplo avistamientos reportados el día del Tsunami en Japón en el 2011, el terremoto en Chile en el 2010, la erupción volcánica en Islandia el mismo año e inclusive durante los ataques a las torres gemelas en Nueva York en el 2001.

Otro fenómeno que llama poderosamente la atención, son los avistamientos recientes de objetos voladores no identificados en las proximidades del cráter del volcán Popocatépetl en México. Que coinciden precisamente cuando este presenta un aumento en su actividad.

Estas apariciones se le atribuyen frecuentemente a aviones que transitan por la zona y fenómenos naturales según los científicos, pero no en todos los casos se puede afirmar lo mismo.

Recientemente en el mes de octubre, se registró un avistamiento verdaderamente interesante muy diferente a los anteriores. Un objeto de perfecta forma cilíndrica y de un kilómetro de largo por 200 metros de ancho aproximadamente, entró en el cráter del volcán.

Esto revive otra teoría que habla de la posibilidad de que los ETs coexisten con nosotros pero en el inframundo.

Antes de ver el video vale la pena aclarar que este proviene de una fuente muy confiable, lo que elimina la posibilidad de que se trate de un engaño orquestado por el responsable del video. Se trata de una cámara fija en el cerro Altzomoni, muy cerca del volcán y que monitorea su actividad 24/7.

De no encontrarse una explicación lógica y convincente a este evento, podemos estar hablando de una evidencia sin precedentes en la historia del fenómeno ovni.

 

12.10.2012

Missão Espacial Curiosity

 

 

Missão Espacial Curiosity

Foto: iStockphoto

Por Juan Fernando Montesdeoca

O desembarque recente do Mars Science Laboratory (MLS), mais conhecido como Curiosity, em Marte uma façanha a ser comemorada.

A missão da NASA partiu em 26 de novembro de 2011 com o objetivo de enviar um veículo explorador ou rover à Marte. O foguete que transportava o novo jipinho, o Atlas V, pousou com sucesso na Cratera Galé em 6 de agosto passado.

O veículo é três vezes mais pesado e duas vezes maior que os utilizados na missão Mars Pathfinder Rover (MER), que aterrissou em janeiro de 2004.

Devido ao sucesso da missão dos robôs Spirit e Opportunity (este último continua a fornecer informações), a NASA decidiu enviar um novo explorador, bem mais sofisticado e robusto. Sua missão é continuar o trabalho de seus predecessores e procurar vestígios da existência de água em estado líquido na superfície de Marte em tempos remotos.

Este objetivo foi parcialmente cumprido quando a equipe de cientistas da NASA divulgou imagens e dados sobre a estratificação e a sedimentação das rochas do interior de uma cratera no Meridiani Planum, local da aterrissagem do Opportunity. A descoberta sugere a presença de cursos de água na região há bilhões de anos.

A missão Curiosity consiste em investigar a capacidade do Planeta Vermelho de abrigar vida, através da análise das amostras de solo e de pó de rochas. Sua duração inicial será de um ano marciano (cerca de dois anos na Terra).

O presidente Barack Obama considerou a missão uma façanha tecnológica, e podemos nos orgulhar da presença de uma cientista de origem latina-americana na equipe que tornou esse sonho possível: a americana de origem peruana Melissa Soriano Horney. A cientista faz parte do time de cerca de 200 pessoas do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, responsável pela missão Curiosity no Planeta Vermelho.

Melissa foi uma das responsáveis ​​pelas comunicações entre o Mars Science Laboratory (MSL) e a Terra durante a aterrissagem. Atualmente, continua encarregada da transmissão e recepção de informações entre o MSL e a Terra.

Depois de enaltecer esta missão, não posso deixar de fazer algumas reflexões e levantar questões que, provavelmente, muitos de vocês compartilham comigo.

Por que procurar outro planeta que possa abrigar a vida?

Os seres humanos sempre foram curiosos e o desejo de saber se há vida em outros planetas é natural. No entanto, o que nos chama a atenção é o fato de procurarmos outro planeta para abrigar as futuras gerações da humanidade.

Será que o governo que encabeça esse projeto teme algo que desconhecemos?

Só para se ter uma ideia, o investimento total da missão Curiosity totaliza US$ 2,5 bilhões. Não é um número alarmante, já que o custo da exploração espacial é muito alto e a tecnologia que está sendo desenvolvida para viabilizá-la define o avanço tecnológico das próximas décadas. Só a missão anterior custou US$ 800 milhões. Já a Estação Espacial Internacional deve consumir US$ 150 bilhões até 2015, dos quais 84% ​​provêm dos Estados Unidos.

O que é difícil de entender são os parcos ou inexistentes recursos para investigar a presença e as possíveis visitas de seres de outros planetas à Terra, sobretudo quando um avistamento de OVNI é relatado a cada três minutos em algum lugar do mundo.

A NASA e a Casa Branca continuam negando a presença de extraterrestres na Terra, assim como no espaço próximo.

Creio que vale a pena investigar muitos desses casos e tentar estabelecer contato com estes seres aqui na Terra, para que nos ajudem na tarefa de explorar o universo. Afinal, eles são bem mais adiantados que nós.

É incrível pensar que, seja através da Estação Espacial Internacional ou do Telescópio Espacial Hubble, a NASA não tenha conseguido detectar a presença de OVNIs, quando astrônomos amadores já o fizeram. Continuo acreditando que a divulgação dessas informações não é conveniente.

Quero compartilhar com vocês um vídeo interessante, e que uma suposta frota de OVNIS se aproxima da lua. Podemos observar que não se trata de lixo espacial devido ao movimento repentino realizado pelo último objeto.

O vídeo foi gravado em abril deste ano com uma Canon EOS 600D e um telescópio Skymater com lente de 1200mm.

Julgue com seus próprios olhos!

02.07.2012

O que pilotos e astronautas dizem sobre os discos voadores?

O que pilotos e astronautas dizem sobre os discos voadores

A Apollo 11 é considerada a missão espacial de maior sucesso da história da exploração espacial.

Por quê?

Há muitas razões bastante conhecidas, mas uma delas pode ter passado despercebida e talvez seja a prova de que não estamos sozinhos no universo.

Em 1969, no auge da Guerra Fria, os soviéticos haviam assumido a dianteira da corrida espacial. Em 21 de julho do mesmo ano, Neil Armstrong e “Buzz” Aldrin Jr. fizeram história ao se tornarem os primeiros a pisar na superfície lunar, cumprindo assim o objetivo traçado pelo histórico discurso do presidente John F. Kennedy em 1961.

Mas outro fato histórico que muitos desconhecem ou ignoram ocorreu antes da chegada do homem à Lua.

Os astronautas da Apollo 11 mantinham comunicação constante com a NASA, em Houston. Três dias após o lançamento, um deles perguntou se alguém em Houston poderia informar a posição da S-IVB em relação a eles.

A S-IVB era a última parte do foguete propulsor da Apollo 11, que tinha se desprendido dois dias antes. O centro de controle respondeu que a mesma se encontrava a 6 mil milhas náuticas de distância.

Em muitas entrevistas, “Buzz” Aldrin Jr. declarou ter visto através de uma das escotilhas do módulo espacial um objeto luminoso que viajava ao lado deles e que não podia ser parte do próprio foguete.

Os astronautas tiveram o cuidado de não revelar, durante a transmissão, que havia um objeto desconhecido movendo-se junto com eles, e de perguntar à base em Houston o que estavam vendo.

Como sabiam que a transmissão estava disponível para muitas pessoas, temeram que alguém pudesse pensar que se tratava de extraterrestres e solicitar o regresso da Apollo 11 antes da hora.

Até hoje, o que quer que a tripulação tenha visto, não foi identificado ou reconhecido oficialmente.

Essa não é a única declaração do possível encontro com OVNIs em missões espaciais.

Gordon Cooper, um dos sete astronautas do projeto Mercury, foi o primeiro americano a dormir em órbita. Ele também participou do projeto Gemini.

Por muito tempo, Cooper manteve em segredo seus encontros pessoais com OVNIs, mas decidiu contar suas experiências.

Em 1951, quando voava pela Força Aérea dos Estados Unidos, Cooper e outros pilotos foram testemunhas de um jamais explicado oficialmente: uma frota de OVNIs, centenas deles, voando em formação.

Esse fenômeno foi relatado no momento de sua ocorrência. De acordo com declarações do próprio Cooper, não poderiam ser balões meteorológicos porque eram mais rápidos e estavam a grande altitude.

Seis anos mais tarde, quando era supervisor e piloto de prova de naves experimentais na base aérea Edwards, na Califórnia, Cooper teve outro encontro com extraterrestres. Uma equipe experiente de fotógrafos, que deveria filmar a aterrissagem de uma nave experimental, fotografou e gravou a aterrissagem de um estranho disco voador a apenas 46 metros de distância. Cooper recebeu a ordem de revelar os negativos e confirmou a versão da equipe de gravação. Não se tratava de uma nave experimental da força aérea. O evento foi relatado a seus superiores e o material foi enviado a Washington, mas Cooper nunca mais ouviu falar do assunto.

Anos mais tarde, Cooper decidiu escrever uma carta às Nações Unidas com a proposta de criar um comitê para pesquisar o fenômeno OVNI. Na carta, ele dizia acreditar que veículos extraterrestres tripulados, sem dúvida mais avançados tecnologicamente, estavam visitando o planeta Terra.

Gordon Cooper morreu convencido de que o governo norte-americano adotava uma política de encobrimento desses fenômenos.

Como muitos só acreditam vendo, quero compartilhar com vocês um vídeo divulgado pela Força Aérea Mexicana, em 2004, no qual se vê um avião de reconhecimento sendo seguido por uma frota de OVNIS.

Este exemplo deveria ser seguido por todos os governos.

 

 

 Juan Fernando Montesdeoca

14.06.2012

Os OSNIs e as bases submarinas extraterrestres

Um Osni é um Objeto Submarino Não Identificado. Para muitos pesquisadores, um Osni na verdade é um OVNI capaz de submergir.

Alguns afirmam que os extraterrestres vivem entre nós desde tempos ancestrais, e nesse passado remoto, teriam estabelecido bases submarinas nos oceanos e mares do nosso planeta.

Um exemplo disso seria El Caleuche, também conhecido como “Barco dos Bruxos”, um lendário navio fantasma da mitologia chilota, do sul do Chile. El Caleuche é descrito como um grande veleiro antigo de cor branca, sempre repleto de luzes brilhantes. Diz a lenda que ele conseguia se ocultar navegando embaixo d´água ou em uma camada de neblina suspensa ao seu redor.

Muitos avistamos de OVNIS ocorreram antes, durante e depois de grandes desastres naturais, como terremotos e tsunamis. Como sabemos, os terremotos ocorrem com o choque das placas tectônicas, e os tsunamis são consequência da imensa energia liberada pelo deslocamento dessas placas, formando ondas gigantescas que avançam no direção da costa a velocidades de até  500 km/h.

Se existem bases de seres extraterrestres nas profundezas do mar, é muito provável que eles saibam de antemão quando essas catástrofes naturais ocorrerão. Talvez por isso os relatos sobre OVNIS sejam mais frequentes nas áreas afetadas. 

Em muitos dos relatos de avistamentos de OVNIS no céu, também se registrou a presença de OSNIs nos oceanos.

É possível existir uma base submarina extraterrestre?

Se considerarmos que 71% da superfície da Terra é coberta por água, na hipótese de extraterrestres de fato habitem nosso planeta, é muito provável que vivam nas profundezas inexploradas de nossos mares e oceanos.

Um exemplo é a Fossa das Marianas, situada a mais de 11 mil metros de profundidade, o ponto mais profundo da superfície terrestre. A fossa possui 2.550 km de comprimento por 70 km de largura. Sem dúvida, seria um lugar ideal para se esconderem, ao menos, por enquanto.

Relatórios secretos sugerem que a cidade perdida de Atlântida foi uma base secreta de OSNIs.

De fato, sabemos muito mais sobre os segredos da superfície lunar que sobre os enigmas que se escondem nas águas profundas do nosso planeta.

Em 1492, Cristóvão Colombo e Pedro Gutiérrez observararam uma luz brilhando a grande distância, enquanto estavam no convés do Santa María. “Ela sumiu e reapareceu várias vezes durante a noite, movendo-se de cima para baixo”. Isso ocorreu horas antes de avistarem terra firme, o que Colombo considerou como um sinal de que estavam chegando ao novo continente.

O único incidente com um OSNI documentado por um governo ocorreu no litoral da Nova Escócia, no Canadá, na noite de 4 de outubro de 1967. Um OVNI foi avistado flutuando, imóvel, sobre as águas de Shag Harbour, inclinado a cerca de 45 graus. Pouco depois, desapareceu rapidamente sob as águas, em um estalido de som e luz. Ao menos onze testemunhas afirmaram ter visto a nave.

A guarda costeira do Canadá foi notificada, e quando chegou ao local, só conseguiu encontrar uma espuma de cor amarelada. O incidente foi investigado por várias agências do governo.

Este é um dos poucos casos em que os documentos de uma agência governamental reconhecem formalmente o envolvimento de um objeto voador não identificado em um fenômeno inexplicado. Vários militares entrevistados, incluindo um mergulhador, atribuíram o incidente a uma nave extraterrestre.

Existem bases extraterrestres na América do Sul?

Segundo vários pesquisadores e especialistas no assunto, há claros indícios da existência de duas bases submarinas extraterrestres no Peru. Uma estaria localizada no norte do país, no litoral de Chimbote; e a outra na região de Chilca e na praia  de León Dormido, de onde OVNIs empreenderiam voos por todo o Peru. Alguns pescadores da região  garantem ter visto estranhas luzes emergindo do mar em altas horas da madrugada.

Durante minha viagem ao deserto peruano de Chilca, em 2009, para o oitavo avistamento de OVNIs programado com a imprensa, tive a oportunidade de conversar com vários pescadores da região. Eles confirmaram a presença de estranhas luzes, que entram e saem do mar repetidas vezes, seguidas de um aumento da maré.

Convido vocês a ver este vídeo, em que pesquisadores descrevem como é uma sonda de reconhecimento alienígena, um ONIS. Qual é a sua opinião sobre este fenômeno?

 

12.06.2012

Em busca da múmia extraterrestre

Em busca da múmia extraterrestre

Antecedentes



Durante décadas, investigadores e estudiosos buscaram o “Santo Graal” da ufologia, ou seja, uma evidência física definitiva que demonstrasse a presença de seres de outros planetas.


Ao longo da história, vários relatos dão conta da presença de supostas múmias extraterrestres, encontradas em locais distantes entre si. Egito, China e Rússia têm sido os locais mais visados para a descoberta de uma prova irrefutável do contato extraterrestre.

Refiro-me aos corpos sem vida e até mumificados de seres biologicamente distintos do ser humano, que surgiram e evoluíram na Terra, mas foram considerados extraterrestres devido a suas características singulares.


Em todos os casos, estas descobertas não puderam ser estudadas, já que as múmias desapareceram, foram ocultadas ou não passavam de um simples boato. Quase sempre, tudo começa com um vídeo ou foto borrada, que dá margem a todo tipo de especulação. No entanto, o caso que compartilho com vocês é uma exceção.

O caso



Há dois anos, em Cuzco, o antropólogo peruano Renato Dávila Riquelme descobriu uma série de túmulos no alto de uma montanha, com seres mumificados com técnicas incomuns nas culturas incas e pré-incas.

Em um destes túmulos, havia uma múmia  pequena, de características únicas.

A múmia foi levada para o Museu de Ritos Andinos em Andahuaylillas, Cuzco, onde Riquelme é diretor.

Desde então, a múmia passou praticamente despercebida, até que a notícia de sua provável origem extraterrestre correu o mundo.

A explicação

Diariamente, dezenas de turistas visitam o museu e consultam Riquelme sobre a pequena múmia. De passagem pelo local, dois médicos russos e um espanhol garantiram ao antropólogo peruano que os traços daquela múmia não eram compatíveis com nenhuma espécie de hominídeo conhecida pela ciência moderna, sugerindo a hipótese de sua origem extraterrestre.


"ET, ET!", exclamaram ao vê-la, e passaram a examiná-la minuciosamente. Foi quando verificaram as características especiais que estão ausentes nas múmias humanas convencionais encontradas na região.


Características



A múmia tem 50 cm de altura, seu crânio representa 40% do tamanho total e possui uma forma triangular bastante definida. As cavidades oculares são muito grandes, com proporções bem diferentes das de um ser humano. O nariz não possui septo e os orifícios dos ouvidos são 80% menores que os nossos. Além disso, a múmia tem pequenas fendas na mandíbula inferior, e o mais interessante, dentes molares de um adulto, gastos pelo uso. Sobre a cabeça, a moleira está visivelmente aberta e tem formato de estrela.


Estas são as características mais relevantes de Waiky, "amigo" no idioma quíchua, o nome da múmia encontrada em Andahuaylillas. Cabe destacar que ela não é a única com tais características.

Um caso em aberto

Recentemente, várias redes de TV e veículos de imprensa de todo o mundo voltaram sua atenção para esta curiosa múmia . As autoridades peruanas não se pronunciaram oficialmente para explicar suas estranhas características, que não decorrem de uma deformação craniana ou má-formação congênita, como hidrocefalia, como muitos pensavam.

Fragmentos de seus ossos estão sendo atualmente analisados na Rússia para determinar sua idade e se o DNA é, de fato, humano. Você saberá dos resultados em breve neste blog.

Convido vocês a conhecer o trabalho do pesquisador peruano Marco Barraza, do blog Nuestro Pasado Extraterrestre, neste vídeo exclusivo para Universo Extraterrestre.

 

Por Juan Fernando Montesdeoca

14.05.2012

Existe uma conexão entre os extraterrestres e as mutilações de gado?


Por Juan Fernando Montesdeoca 

 

O que são mutilações de gado?

Relatos deste estranho fenômeno remontam ao início dos anos 60. Mas um caso específico, ocorrido em 1967 no estado do Colorado, deixou em polvorosa os meios de comunicação nos Estados Unidos. Tratava-se de Lady, uma égua de três anos, que foi mutilada em circunstâncias misteriosas. Foi o primeiro caso a sugerir que certas naves e seres extraterrestres estariam envolvidos neste tipo de ocorrência.

Segundo o dono de Lady, a carne e a pele da cabeça e do pescoço do animal haviam sido removidas com tanta precisão que os ossos continuaram brancos e limpos. Nenhum vestígio de sangue foi encontrado no local, que recendia um forte odor de remédio.

O Serviço Florestal dos Estados Unidos foi imediatamente notificado e o guarda florestal Duane Martin foi designado para investigar o caso. Martin relatou um aumento considerável de radioatividade a duas quadras do local onde o corpo do animal foi encontrado, e posteriormente declarou: “A morte deste cavalo é uma das coisas mais misteriosas que já presenciei”. 

Quando foi divulgada pela agência de notícias Associated Press (AP) em outubro de 1965, a morte de Lady correu como um rastilho de pólvora por todos os meios de comunicação. Em seguida, houve relatos muito similares no Colorado.

Como se estabeleceu a conexão com extraterrestres?

O juiz Charles E. Bennett, do Tribunal Superior de Denver, Colorado, ao ler a notícia divulgada pela Associated Press, afirmou que ele e sua esposa viveram uma estranha experiência. “Vimos três círculos de cor vermelho-alaranjada no céu. Mantinham uma formação triangular, moviam-se em alta velocidade e emitiam um zumbido”. Um grupo civil de investigação do fenômeno OVNI, o NICAP (Comitê Nacional de Pesquisas sobre Fenômenos Aéreos), interveio no caso, e desde então, muitos especulam sobre o possível envolvimento de alienígenas na morte de Lady.

 

Houve alguma investigação do governo federal?

Em meados da década de 70, novas mutilações de gado foram relatadas em 15 estados americanos, o que fez o senador democrata Floyd K. Haskell contatar o FBI devido à grande apreensão da população. Na época, somente no estado do Colorado, já haviam ocorrido 130 mutilações de animais.

Quais foram os resultados?

Inicialmente, o FBI alegou ao senador Haskell que não poderia assumir a investigação por problemas de jurisdição, mas acabou assumindo a tarefa por pressão da opinião pública.

O relatório final, de 297 páginas, concluiu que a grande maioria das mutilações tinham sido provocadas por predadores, embora algumas delas apresentassem anomalias que os investigadores não puderam explicar de maneira lógica.

O FBI não conseguiu identificar os responsáveis pelas mutilações, mas aventou hipóteses que envolviam cultos satânicos, OVNIS e fraudes. O site oficial do FBI disponibiliza mais informações sobre esses casos, sob a Lei de Liberdade de Informação.

O fenômeno continua ocorrendo?

Sim! Este fenômeno é mais vigente do que nunca, não só nos Estados Unidos, mas também na Argentina, onde vem ocorrendo há várias décadas.

Refiro-me em particular aos casos registrados na província de Entre Ríos, onde provavelmente se encontra a evidência mais contundente da conexão deste fenômeno com os OVNIs.

Ao falar de mutilações de gado na Argentina, não podemos deixar de mencionar três gerações de investigadoras, as Simondini (avó, mãe e filha), que se dedicam a estudar o fenômeno há mais de vinte anos.

Silvia Pérez Simondini, juntamente com sua filha e sua mãe, passaram muitos anos percorrendo as margens do rio Paraná, onde testemunharam um fenômeno luminoso muito intenso, que pode estar relacionado com as mutilações de gado.

Atualmente, o grupo argentino de investigação Visión Ovni estuda estas ocorrências com o maior rigor científico possível, assessorando e consultando distintas universidades, institutos e veterinários para tentar fornecer uma explicação a um fenômeno misterioso, cujos responsáveis parecem ser de outro mundo.

Você já viu uma vaca voando?

Convido vocês a assistir a este vídeo, gravado no Japão, da suposta abdução de uma vaca. Ele indica que os extraterrestres poderiam ser os responsáveis pelo desaparecimento e morte de animais de criação.

Para entender melhor o assunto, compartilho uma reportagem do pesquisador peruano de fenômenos anômalos, Marco Barraza, em que explica a possível conexão entre extraterrestres e as mutilações de gado na Argentina.

 

07.05.2012

Agroglifos: brincadeiras de mau gosto ou mensagens extraterrestres?


Por Juan FernandoMontesdeoca 

 

Prezado leitor, neste artigo falarei sobre os agroglifos, também conhecidos como círculos de plantações ou crop circles. Para muitos este fenômeno misterioso é uma forma utilizada por seres de outros planetas para se comunicarem conosco. 

O que são e quando surgiram?

Os agroglifos são formações circulares, produzidas pelo nivelamento de áreas específicas dentro de campos de cultivo de trigo, milho, cevada, etc.

Não se sabe exatamente quando começaram a surgir, mas tornaram-se populares em meados dos anos 70 com a aparição dos primeiros círculos em Winchester, no Reino Unido.

Antecedentes deste fenômeno datam do século 17, quando um jornal americano publicou uma imagem de uma estranha criatura, que elaborava um grande círculo na plantação de trigo de um agricultor inglês.

No princípio, estas formações eram circulares, com um diâmetro aproximado de 10 metros, mas ao longo dos anos, aumentaram de tamanho e complexidade e assumiram outras formas. Algumas destas formações ocupam a área de dois campos de futebol.

Acreditava-se que este fenômeno ocorria exclusivamente na zona rural do sul da Inglaterra, origem de 90% dos relatos, mas a partir da década de 90, os agroglifos passaram a aparecer também em países como Nova Zelândia e Alemanha. Até o momento, foram registradas mais de 10 mil formações em 27 países.

Algo bastante peculiar é o fato de que muitos dos agroglifos do sul da Inglaterra localizam-se nas proximidades de monumentos antigos, como Stonehenge.

Seria uma resposta extraterrestre?

Na manhã de 14 de agosto de 2001, um novo agroglifo foi descoberto ao lado do observatório de Chilbolton, o mais importante da Grã-Bretanha. Horas mais tarde, quando observado do alto, pôde-se finalmente perceber que apresentava uma técnica nunca vista nos agroglifos conhecidos, a mesma usada para imprimir uma foto em papel. O mais surpreendente é que uma segunda formação apareceu três dias depois da primeira. Mais tarde, descobriu-se que guardava semelhanças com uma mensagem criada em código binário pelo astrônomo Carl Sagan. Esta mensagem continha informações importantes sobre a raça humana e a Terra, e havia sido enviada pela NASA em 1974 através do radiotelescópio de Arecibo, localizado em Porto Rico.

Chamou muita atenção o fato de uma mensagem enviada há 27 anos a um cúmulo de estrelas conhecido como M13 (e que deveria demorar 25.000 anos-luz para chegar a seu destino) ter gerado uma resposta tão rápida, ao lado de um observatório e na mesma linguagem da mensagem recebida, ainda que com alterações significativas.

Por que esta teoria causa surpresa a tantas pessoas se as linhas de Nazca, no Peru, constituem um mistério até os dias de hoje?

Quem estaria por trás dos agroglifos?

Doug Bower e Dave Chorley viraram notícia em 1991 ao afirmar que haviam “criado” o fenômeno em 1978, utilizando ferramentas muito simples. Ambos alegam ser responsáveis pela criação de 200 agroglifos até o momento.

Depois da confissão, Bower e Chorley criaram um agroglifo como prova de suas “travessuras”. Contudo, estudiosos e pesquisadores permanecem céticos diante de suas alegações e das hipóteses de que o fenômeno em geral é uma fraude, já que ano após ano, os agroglifos aumentam em número e complexidade.

Em 2010, quando fui a uma cúpula mundial sobre OVNIS na Cidade do México, tive a oportunidade de conhecer a produtora e escritora Suzanne Taylor, uma estudiosa apaixonada pelo assunto, e também produtora de um dos documentários mais completos e interessantes sobre os agroglifos (What On Earth?, de 2009). Depois de ver o documentário, tive a forte impressão de que essas formações seriam obra de uma inteligência superior à nossa.

 

Por quê?

Os estudiosos do tema asseguram que nas proximidades de agroglifos “reais” ocorre um mal funcionamento de aparelhos elétricos e das bússolas, assim como o descarregamento de baterias e pilhas. 

Outro aspecto que cabe destacar é a perfeição e grandiosidade de muitas dessas formações, o que praticamente elimina a possibilidade de várias pessoas as construírem no meio da noite e sem uma única testemunha ocular.

Até hoje, nunca vi um agroglifo “falso” que se compare à perfeição e às características físicas, astronômicas e matemáticas de muitos agroglifos “reais”.

Se esta não é uma brincadeira orquestrada, por que não poderia ser uma resposta clara de uma civilização extraterrestre?

Julgue você mesmo.

 

 

 

30.04.2012

Cuidado! Você pode ter um implante extraterrestre

Por Juan Fernando Montesdeoca 

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Os implantes extraterrestres são um assunto bastante discutido, um fenômeno absolutamente fascinante e transcendental que um dia gostaríamos de desvendar.

No entanto, não podemos negar que existem altas doses de especulação e testemunhos facilmente questionáveis sobre tais ocorrências.

Mas... por que algumas pessoas garantem que eles existem?

Teríamos que aceitar a teoria de que seres de outras partes do Universo, muito mais avançados e com um grande espírito explorador, visitariam outros planetas – habitados ou não –  em busca de condições semelhantes às de seus respectivos mundos.

Partindo do pressuposto de que estes seres nos visitam, seria lógico supor que eles se interessariam por nossa biologia e costumes.

Como mencionei anteriormente neste blog, algumas pessoas garantem que são ou foram contatadas e interagiram de maneira voluntária com estes seres. Mas há outras que afirmam ter sido abduzidas contra sua vontade e levadas até naves, que descrevem como sendo de origem extraterrestre. Também teriam sido submetidas a experimentos e cirurgias exploratórias antes retornarem a nosso planeta.

Se for verdade, os implantes extraterrestres  fariam muito sentido, já que permitiram a esses seres monitorar nossos costumes e funções biológicas.

Como produtor de TV e pesquisador independente do fenômeno OVNI, em abril de 2010 participei de da extração e análise de um possível implante extraterrestre em Thousand Oaks, nos arredores de Los Angeles, Califórnia.

Como se tratava de um caso muito polêmico, o procedimento foi realizado por um especialista no assunto, o Dr. Roger Leir, cirurgião-pediatra com muitos anos de experiência, autor de vários livros sobre o tema e um dos mais importantes pesquisadores de evidências físicas no campo da Ufologia.

Até aquele momento, o Dr. Leir havia realizado 15 cirurgias de extração de possíveis implantes extraterrestres nos supostos abduzidos, e se dispôs a realizar a extração de número 16 diante de nossas câmeras. Não há registros de outra pessoa no mundo que tenha realizado e documento tais procedimentos em tantas ocasiões.

Naquele momento, conhecemos Ron Noel, um homem que havia tido uma experiência de contato na infância enquanto acampava com dois amigos.

Ele não se lembrava de nada do que havia acontecido, um fenômeno conhecido como lapso de tempo, mas 35 anos depois, durante um check-up médico, descobriu que tinha um objeto metálico implantado em seu punho esquerdo.

Não apresentava vestígios de cicatriz, o que indicaria que o objeto havia sido inserido propositalmente ou por acidente. No entanto, vários anos mais tarde, Noel considerou a possibilidade de ser um implante extraterrestre depois de assistir a um dos programas de TV do Dr. Roger Leir.

Como se concluiu que era um implante?

Ron Noel decidiu entrar em contato com o Dr. Leir para contar seu caso, e o médico determinou que o objeto deveria ser monitorado com medidores eletrônicos. Posteriormente, o Dr. Leir concluiu que havia todos os elementos necessários para confirmar a origem extraterrestre do implante de Noel. No entanto, passaram-se vários anos até que pudesse realizar a extração.

Finalmente, em abril de 2010, graças a um esforço conjunto do Dr. Leir, do eminente pesquisador Jaime Maussan e de uma conhecida rede de televisão americana, a extração foi realizada.

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Qual foi o resultado preliminar?

De acordo com estudos conduzidos pela equipe do Dr. Leir, o implante apresentava  eletromagnetismo e transmitia sinais em uma frequência do espaço exterior.

O objeto não emitia radiação, e portanto, não apresentava perigo. Além disso, estava totalmente encapsulado pelos tecidos ao redor, não causava dor e não havia gerado qualquer tipo de infecção nos quase 40 anos em que permaneceu no corpo de Ron Noel.

Os objetos extraídos em cirurgias anteriores foram cientificamente analisados por alguns dos laboratórios e instituições mais prestigiados do mundo, como o Laboratório Nacional de Los Alamos, New Mexico Tech, Laboratórios Southwest, Universidade de Toronto, Universidade de Nova York e Universidade da Califórnia em San Diego, segundo o Dr. Leir.

Seus achados foram desconcertantes, e alguns deles foram comparados a fragmentos de meteoritos. Alguns testes também comprovaram certas anomalias metálicas, como ferro altamente magnético e sem forma cristalina, combinações de materiais cristalinos com metais comuns, crescimento de tecido biológico dentro ou fora de substâncias metálicas, assim como relações isotópicas que não são deste mundo.

Sem dúvida, trata-se de um tema muito interessante que merece estudos mais aprofundados, de forma a orientar a busca pela verdade sobre a questão extraterrestre.