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16.05.2012

As 5 melhores personagens femininas dos games

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As personagens femininas mudaram a indústria de jogos. No início, eles representavam as mulheres em papéis coadjuvantes, sempre dependentes do protagonista masculino. Os videogames mais modernos exibem mulheres mais independentes e confiantes, mas em alguns casos, elas também estão mais atraentes fisicamente para agradar ao público masculino. Como não costumam ser reconhecidas, Danny escolheu suas personagens favoritas dos anos 80 até agora.

 Conte-nos as suas na seção de comentários abaixo, ou no meu Facebook e Twitter.

Quer saber mais? VisiteEu Sou Danny Peña.

16.05.2012

Quando pensar na morte faz bem para a vida

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Quando pensar na morte faz bem para a vida

Crédito da foto: Corbis

Por Kate Prengaman

Todos vamos morrer – até aí, nenhuma novidade.

Em geral, pensar na própria mortalidade não é algo que nos agrade. Mas refletir sobre a inevitável realidade da morte pode produzir uma série de impactos positivos, aprimorando a qualidade de vida, seja ao escolher um estilo de vida mais saudável ou demonstrando mais consideração pelos outros.

À primeira vista, pensar sobre a morte pode parecer deprimente. No campo de estudo denominado Teoria de Administração do Terror (TMT, na sigla em inglês), cujo foco é a forma como o cérebro consciente se esforça para evitar ou ignorar pensamentos de morte, grande parte dos psicólogos estudaram os impactos negativos de tais pensamentos. Um estudo publicado este mês propõe uma nova visão ao argumentar que os pensamentos de morte podem gerar uma vida melhor.

Kenneth Vail, da Universidade do Missouri, declarou à Sociedade de Psicologia Social e da Personalidade (SPSP, na sigla em inglês) que antes do novo estudo, “havia uma compreensão integrativa mínima sobre as sutilezas da consciência da morte. Ela pode motivar as pessoas a adotarem atitudes e comportamentos que minimizam danos a si mesmas e aos outros e promover o bem-estar”.

Vail e seus colegas analisaram as conclusões de diversos estudos, que relacionam os pensamentos sobre a mortalidade a uma ampla variedade de comportamentos positivos. A maioria seguia um modelo semelhante: apresentar às pessoas algo que as obrigasse a pensar, e em seguida, aplicar um questionário sobre estilo de vida e atitudes.

Por exemplo, depois de serem informados sobre os riscos de morrer de câncer de pele, mais participantes do estudo começaram a usar filtros solares.

No entanto, geralmente o processo é mais complicado. Uma conclusão presente em muitas pesquisas é que pensar sobre a morte motiva as pessoas a serem melhores. Mas um comportamento decorrente depende do que sustenta a auto-estima a cada indivíduo. Por exemplo, pessoas que baseiam sua auto-estima na aparência física e são expostas a mensagens dizendo que a pele bronzeada é atraente tendem a usar menos filtro solar que as expostas a mensagens ressaltando a beleza da palidez.

Um estudo mediu o aumento da empatia após um passeio em um cemitério, um local que evoca a mortalidade sem discuti-la explicitamente. Enquanto caminhavam, os participantes ouviram uma conversa simulada sobre os benefícios de ajudar os outros. Quando comparados a outras pessoas do estudo que não ouviram a conversa e caminhavam em outro local, as pessoas no cemitério apresentaram uma disponibilidade maior para ajudar uma mulher que tentava recolher os pertences que havia derrubado.

"Outros testes de campo e experimentos rigidamente controlados em laboratório replicaram estas e outras conclusões similares, demonstrando que a consciência da morte pode incentivar expressões de tolerância, igualitarismo, compaixão, empatia e pacifismo”, comentou Vail à SPSP.

 

15.05.2012

Sensor “fareja” frutas maduras

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Sensor “fareja” frutas maduras

Crédito da foto: Getty Images

Por Jesse Emspak

As bananas são óbvias. Quando sua pele está firme e amarela, estão maduras; já as manchas marrons mostram que passaram do ponto. Mas e quanto a outras frutas e legumes? Um sensor de baixo custo desenvolvido por pesquisadores do MIT pode avisar você (e o dono do sacolão) quando uma fruta está pronta para ser consumida – e pode ajudar os gerentes de supermercado a escolher frutas mais verdes e evitar o desperdício.

Desenvolvido pelo professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Timothy Swager, e seus alunos, o sensor capta o etileno, uma substância química que as frutas expelem quando amadurecem. Quanto mais maduras, mais etileno produzem.

O etileno já é monitorado na indústria alimentícia, mas o equipamento utilizado custa cerca de 1.200 dólares. Os detectores utilizam cromatografia gasosa ou espectroscopia de massa, que separam os gases para analisar sua composição.

Swager pensou em uma ideia diferente: nanotubos de carbono. Por serem condutores, permitem que os elétrons fluam livremente. Quanto o etileno está presente, ele se liga a átomos de cobre, desacelerando os elétrons e aumentando a resistência dos nanotubos. O nível de resistência indica a quantidade de etileno.

Para aumentar a sensibilidade do dispositivo, os pesquisadores adicionaram minúsculas esferas de poliestireno (isopor), que absorve o etileno e o concentra. O sistema consegue detectar concentrações de etileno em até 0,5 partes por milhão. A concentração necessária para a fruta amadurecer é de 0,1 a 1 parte por milhão. Isso equivale a um grama de etileno em um volume de ar suficiente para preencher um cômodo de nove metros quadrados. Swager explicou ao Disovery Notícias que é possível fabricar sensores diminutos, do tamanho de um chip de computador. A única limitação é a necessidade de ser de fácil manuseio para o usuário.

Swager e seus alunos testaram o sensor em bananas, abacates, maçãs, peras e laranjas. Em todos os casos, a quantidade de etileno mediu com precisão o amadurecimento das frutas.

As pesquisas anteriores de Swager nesta área incluem o desenvolvimento de sensores para detectar armas químicas e biológicas. De certa forma, o novo sensor é uma extensão deste trabalho.

Segundo o pesquisador, uma grande vantagem desta tecnologia é o custo. O sensor de nanotubos de carbono custaria cerca de 25 centavos de dólar. Ele pretende inserir um chip de identificação por rádio-frequência, capaz de se comunicar com um dispositivo sem fio, o que acrescentaria mais 75 centavos ao preço final. (Sim, ele já solicitou uma patente e espera comercializar os sensores em breve).

 

14.05.2012

Ainda estamos evoluindo?

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Ainda estamos evoluindo

Crédito da foto: Getty Images

Por Sheila Eldred


Por mais que tentemos controlar nosso ambiente, ainda estamos sujeitos à teoria da seleção natural de Charles Darwin, concluiu uma análise dos registros históricos de 6.000 finlandeses nascidos entre 1760 e 1849.

"Nossos avanços não desafiam o fato de ainda estarmos em evolução, como qualquer outra espécie”, declarou o chefe do estudo, Dr. Virpi Lummaa, do Departamento de Ciências sobre Plantas e Animais da Universidade de Sheffield, em um comunicado à imprensa. "É um equívoco comum pensar que a evolução ocorreu há muito tempo, e que para entender a história do homem, precisamos estudar somente os primeiros caçadores e coletores”.

Os pesquisadores pretendiam verificar se as mudanças demográficas, culturais e tecnológicas trazidas pela revolução agrícola afetaram a seleção natural e sexual da nossa espécie. Como precisavam de uma grande quantidade de informações específicas, recorreram à Finlândia, cujas igrejas possuem extensos registros de nascimentos, casamentos, mortes e também comprovantes de renda, guardados para fins fiscais.

A partir deste conjunto de dados, os pesquisadores realizaram cálculos estatísticos sobre a taxa de sobrevivência até a idade adulta, número de parceiros, sucesso reprodutivo e fertilidade.

Ao longo dos últimos 10 mil anos, segundo a conclusão do estudo publicado na  Proceedings of the National Academy of Sciences, a seleção natural e sexual entre humanos ainda era intensa neste período.

Quase metade das pessoas morreu antes de completar 15 anos, segundo artigo da Science Now. Se fossem suscetíveis a doenças, seus genes não seriam transmitidos à próxima geração. Outros 20% não se casaram nem tiveram filhos, o que indica que algumas características teriam evitado que estes indivíduos se reproduzissem e passassem seus genes para a próxima geração.

Os cientistas se surpreenderam ao descobrir que a seleção afeta ricos e pobres de forma semelhante, e ocorre tanto em homens como em mulheres, embora tenham observado uma maior variação no sucesso reprodutivo masculino.

"As características que aumentam o sucesso reprodutivo dos homens tendem a evoluir mais rápido que os mesmos traços nas mulheres”, declarou o pesquisador Alexandre Courtiol, do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, um dos autores do estudo. "Pudemos comprovar que o acasalamento com maior número de parceiras fez com que o sucesso reprodutivo masculino fosse maior”.

O estudo demonstrou que a média com uma única parceira era de 5 filhos; com quatro parceiras, o número saltava para 7,5 – apesar das leis rígidas contra o divórcio e relações extraconjugais vigentes na Finlândia à época.

"Sem dúvida, a seleção natural também ocorre entre os humanos modernos”, avalia Jacob Moorad, biólogo evolucionário da Universidade de Duke em Durham, na Carolina do Norte, que não participou do estudo.

Na verdade, em um artigo publicado no U.S. News e World Report, Courtiol se pergunta se não teríamos evoluído para uma nova espécie.

"A mudança de uma espécie para outra é algo que só se pode perceber ao longo do tempo, em perspectiva”, explica. "Se pudéssemos viajar no tempo e encontrar os primeiros humanos, não sei se conseguiríamos nos reproduzir com as pessoas daquela época”.

 

11.05.2012

O futuro da contracepção masculina: indolor e sem cortes

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O futuro da contracepção masculina indolor e sem cortes

Crédito da foto: Istockphoto

Por Tamara Reyes
Twitter: Tamara649

Muitas mulheres diriam que os homens são privilegiados na hora da reprodução, já que não precisam lidar com indisposições, enjoos, cansaço, inchaço e outros incômodos da gravidez.

No entanto, quando se trata de métodos anticoncepcionais, os homens se encontram em clara desvantagem, já que as duas únicas formas de contracepção disponíveis são a camisinha ou a cirurgia.

Muitos homens, como Luis Álvarez, de 29 anos, tremem ao ouvir a palavra vasectomia. "Não me agrada nem um pouco a ideia de me submeter a uma vasectomia, pelo simples fato de terem que me cortar bem ali”, explica.

Mas o que os homens pensariam de um método capaz de suspender a produção de esperma durante o tempo que desejassem, por meio de um tratamento seguro, reversível e eficaz, sem o trauma de um corte ou incisão?

Você deve estar achando que seria bom demais para ser verdade, certo?

Um novo estudo publicado na revista Reproductive Biology and Endocrinology revelou que a ultrassonografia pode ser o futuro da anticoncepção masculina.

Cientistas do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade do Norte da Califórnia, nos Estados Unidos, conseguiram reduzir a produção de espermatozoides em ratos mediante a aplicação terapêutica de ultrassons.

Atualmente, estas ondas de alta frequência possuem diversas aplicações, como reabilitação (kinesiologia), ultrassonografia e tratamentos de redução de gordura corporal.

Se você está pensando que não terá coragem de submeter seus “soldadinhos” a um tratamento testado em ratos, preste atenção aos seguintes fatos.

James Tsuruta, autor principal do estudo, explicou que métodos similares já foram testados na década de 1970 pelo Dr. Mostafa Fahim, pesquisador da Universidade de Missouri-Columbia, em gatos, cães, macacos e ratos.

Fahim descobriu que a aplicação de ultrassons eliminava células germinativas, provocando infertilidade. No entanto, a tecnologia necessária para concluir sua pesquisa não estava mais disponível.

Segundo Tsuruta, o futuro deste método contraceptivo é muito promissor, “sobretudo porque o tratamento com ultrassonografia não causa nenhuma dor”.

Evidentemente, será preciso realizar novos estudos antes que o método possa ler lançado como anticoncepcional permanente ou temporário.

E algumas perguntas ainda ficam no ar.

Mulheres, não seria ideal compartilhar a responsabilidade do planejamento familiar com o homem?

Homens, vocês adotariam um método anticoncepcional como este no futuro?

 

10.05.2012

Amputado dará volta ao mundo a nado

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Amputado dará volta ao mundo a nado

Por Sheila Eldred

Ele já saltou de paraquedas de um avião e atravessou a nado o Canal da Mancha, façanhas impressionantes se considerarmos que Philippe Croizon perdeu seus braços e pernas depois de um choque elétrico. Agora, o atleta pretende concluir a volta ao mundo nadando.

Seu companheiro ao longo dos próximos quatro meses será o nadador de longa distância francês Arnaud Chassery, de 44 anos. A dupla pretende atravessar quatro estreitos entre cinco continentes, um feito só realizado uma única vez.

"Faremos uma campanha para incentivar uma nova atitude diante da deficiência, sobretudo em países em desenvolvimento”, afirmou Croizon em uma coletiva de imprensa.

Croizon aprendeu a nadar há cinco anos, utilizando membros artificiais, nadadeiras e o que restou de seus braços para tomar impulso na água. Em 2010, ele completou a travessia do Canal da Mancha.

Nadar entre os estreitos apresentará novos desafios: Croizon e Chassery cobrirão cerca de 85 quilômetros e passarão 45 horas na água, enfrentando as fortes correntes do Estreito de Gibraltar e diferenças extremas d temperatura: de 26º Celsius no Mar Morto a 0ºC no Estreito de Bering.

Na primeira parte da viagem, partindo da França em 6 de maio, os atletas nadarão entre a Papua Nova Guiné e a Indonésia para ligar Austrália e Ásia. O próximo trecho, da Ásia à África, será através do Mar Vermelho, e em seguida, partem da África em direção à Europa pelo Estreito de Gibraltar, concluindo a viagem em meados de agosto na América com a travessia do Estreito de Bering.

"Vamos unir os cinco continentes de forma simbólica, somos apenas dois homenzinhos, mas seremos capazes de construir uma ponte entre os continentes”, declarou Croizon ao Sky News. "Isso significa que não estamos longe demais uns dos outros”.

Foto: Swimming Beyond Borders.

 

9.05.2012

TOP 5: Jogos imperdíveis para baixar

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Ess960d
© 2012 Rovio Entertainment Ltd.

Esta semana em Eu Sou Danny Peña:

 Estes são os 5 jogos imperdíveis que você não pode deixar de baixar. Se você gosta de games de aventura, arcade, estratégia ou desenho, estes jogos são diversão original e garantida para toda a família. Em vez de comprá-los em lojas, basta adquiri-los pela internet usando os seguintes equipamentos e consoles: iOS, PC, Xbox 360 e PS3.

5 - Draw Something (iOS e Android)
4 - Angry Birds Space (iOS, Android, PC)
3 - Superbrothers: Sword & Sworcery EP (iOS e PC)
2 - Trials Evolution (Xbox Live Arcade)
1 - Journey (Playstation3)

Esses são os meus games Top 5. Conheça os cinco melhores jogos para baixar em Eu sou Danny Peña.

Quais são os seus? Conte na seção de comentários abaixo, no meu Facebook ou Twitter.

 

9.05.2012

Shanti, a elefanta que toca gaita

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Shanti, a elefanta que toca gaita

Por Jennifer Viegas

Uma elefanta com talento musical chamada Shanthi não só toca gaita como compõe suas próprias melodias, segundo tratadores do Zoológico Nacional do Instituto Smithsonian.

A elefanta asiática de 36 anos toca a seu bel prazer (exceto quando solicitada) e possui até mesmo um estilo próprio. Cada melodia termina em um crescendo dramático, já esperando pelos tratadores. Shanti parece gostar dos aplausos dos ouvintes, já que ela sempre retorna para ganhar mais.

Shanthi é uma autêntica “banda de um homem só”, já que também gosta de produzir sons com outros objetos.

Segundo a tratadora Debbie Flinkman, “ela usa a tromba para cobrir qualquer coisa que tenha um orifício e sopra até produzir um som. Também costuma bater nos objetos para obter diferentes tipos de sons, seja com a tromba ou com as orelhas”.

Diante desse comportamento atípico, Flinkman e outros tratadores decidiram dar ao animal chocalhos e instrumentos musicais para enriquecer sua experiência. Foi como dar uma guitarra elétrica a um adolescente, já que Shanthi ficou imediatamente interessada nos objetos, sobretudo na gaita.

A elefanta deve comemorar o Dia das Mães este mês, já que tem um “filho” de 10 anos chamado Kandula. (Não sei se ele possui o mesmo talento musical da mãe, mas é possível, já que tais comportamentos possuem um componente genético e ambiental).

Existem apenas de 30 mil a 50 mil elefantes asiáticos na natureza, principalmente nas florestas do sul e sudeste da Ásia.

Mas no zoológico, Shanthi e Kandula não precisam se preocupar com a sobrevivência. E se Shanti estiver com vontade, você pode vê-la tocar gaita quase todos os dias, por volta das 11 da manhã.

Foto: YouTube

 

8.05.2012

Curativos que se dissolvem em açúcar

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Curativos que se dissolvem em açúcar

Crédito da foto: Getty Images

Por Nic Halverson

Apesar daquela dorzinha chata e de algumas implicações metafóricas, pode-se dizer que ninguém gosta de arrancar um Band-Aid.

E se você tem aflição de puxar curativos, essa é uma boa notícia. O departamento de Ciência de Alimentos da Universidade Estadual de Pensilvânia, nos Estados Unidos, desenvolveu um processo que pode levar à fabricação de curativos adesivos “doces” e acabar com o incômodo na hora de removê-los.

Os pesquisadores usaram um solvente para dissolver amido e transformá-lo em um fluido composto de fibras. Em seguida, acionaram um dispositivo especial para gerar uma carga elétrica de alta voltagem, convertendo as gotículas de amido em longos filamentos fibrosos.

Essas fibras podem ser combinadas para formar produtos à base de celulose baratos e amigáveis ao meio ambiente, como papel higiênico, guardanapos e curativos. A melhor parte? Os curativos de amido se degradariam como glicose, que é absorvido com facilidade pelo organismo.

"O amido se degrada facilmente, e os curativos feitos com ele poderiam  ser absorvidos pelo organismo”, explicou Lingyan Kong, um aluno da graduação, em um comunicado à imprensa “Portanto, não seria preciso removê-los”.

A equipe de pesquisadores solicitou uma patente provisória – mas até que ela seja concedida, ainda vamos prender a respiração na hora de retirar um curativo.

7.05.2012

Um sutiã com bolso para guardar o celular

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Um sutiã com bolso para guardar o celular

Por Nic Halverson

Enquanto estrategistas republicanos afetados e condescendentes, como Alex Castellanos e seu bronzeado falso, continuarem a declarar guerra às mulheres, acho que vocês, garotas, merecem cair na farra – sobretudo depois de um dia árduo colocando os misóginos em seu devido lugar, como fez Rachel Maddow.

Está na hora de subir nos saltos, usar um belo vestido, ligar para as meninas e borrifar um pouco de perfume atrás da orelha. Aquela bolsinha vintage que você desenterrou no brechó é bonita, mas vamos combinar, é chato carregá-la para todo lado e ainda correr o risco de perdê-la. Mesmo assim, você precisa de um lugar para guardar seu cartão de débito, carteira de identidade ou celular. E agora?

Felizmente, uma pequena empresa start-up de Seattle criou o JoeyBra, um sutiã inspirado na bolsa dos marsupiais, onde você pode guardar todas essas coisas.

Seus designers o descrevem como um “sutiã com bolso sexy, mas funcional, que permite que você deixe sua bolsa em casa e caia na pista de dança sem se preocupar com a segurança de seus pertences”.

Os bolsos estão posicionados em um ponto apropriado da peça, bem ao alcance da mão.

Segundo o site do JoeyBra, “nosso design único permite que você guarde a maioria dos telefones celulares, cédula de identidade, chaves e outros objetos pequenos, independentemente do tamanho do busto”.

O JoeyBra é uma criação de Mariah Gentry e Kyle Bartlow, alunos do programa Foster School of Business da Universidade de Washington. O produto, financiado por meio da plataforma Kickstarter, será comercializado na livraria da universidade em junho, com desconto para estudantes: 19,99 dólares. O preço para o público em geral será de 29,99 dólares.

E então, meninas, o que acharam da novidade? Vale abrir a carteira?

De qualquer forma, se vocês virem aquele Alex Castellano e seu bronzeado fake sorrindo pra vocês em alguma balada, não esqueçam de derramar uma bebida no colo dele – sem querer, é claro.

Fonte:Geekwire

Crédito: JoeyBra

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